sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

velhos clichês


Pra que brincar se ninguém joga com você?
Por que chorar se ninguém seca sua lágrima?
Por que sorrir se ninguém divide com você?
Por que andar se não se chega a lugar nenhum?
Por que pensar se não se fala?
Pra que comprar se nada é eterno?
Pra que sentir se o coração para?
Por que ouvir se se esquece?
Por que acordar se o dia sempre termina?
Pra que viver se se morre?

Pra quê?
Por quê?

Não sei. Por mais clichê e piegas que possa parecer.

2 comentários:

M. disse...

Uma vez um amigo doido que eu tinha me perguntou pra que viver, se a gente morre no final. Eu disse a ele que deveria ser pra arriscar, que se ele não estivesse satisfeito, que fizesse algo com isso. Mudar de pensamento, dar um jeito na vida, ou dar cabo da vida, se fosse o caso. So friendly...
Não precisa de sentido. A existência dos pra quês, por si só, já é um ótimo sinal...

TELMA GUEDES disse...

são ótimos questionamentos...